Começam a surgir posts de onde a onde sobre o sentimento que muitos docentes vão tendo, no seguimento das declarações da ministra. Se até aqui o clima era de grande crispação e agitação e movimentação e galvanização, agora, depois de viola no saco, os mais distraídos e inspirados e activistas apercebem-se que estão sozinhos no meio de uma enorme lixeira de ideias. E que ninguém lhes liga. O jurista facturou à grande e agora os que não entregaram nem Objectivos Individuais nem Ficha de Auto Avaliação sentem-se traídos e enganados.
Mas alguém acredita nisso? Ou vão passar o chapéu à procura de mais uns trocos para um novo parecer jurídico?
2009
2009
Quem o diz é a nova ministra da educação, em relação aos docentes que, em consonância com indicações de alguns sindicatos e movimentos alegadamente independentes, se recusaram a entregar quer os instrumentos de avaliação.
Afinal, não parece que haverá suspensão do modelo ainda em vigor que, segundo a ministra, produzirá efeitos até ao fim do ano civil em relação ao módulo de avaliação que terminou em Agosto de 2009.
2009
Parece que a avaliação dos professores se mantém… e agora?
Os novos episódios seguem dentro de momentos.
2009
Dia de reflexão. Nunca percebi bem esta necessidade, a menos que seja para que os candidatos repousem o figado e possam estar com um ar mais arrumado no dia do voto.
No fundo, a reflexão apenas marca um momento de paragem num tempo de completa desilusão. Como diria um vizinho: todos querem o tacho, mas ninguém sabe cozinhar.
